Ai que dor!

Ó dor!

Não é ousado afirmar que todos os seres humanos temos experimentado a dor ao menos uma vez em nossa vida. E, embora haja diferentes classificações, de acordo com sua intensidade, estar doendo alguma parte do corpo representa uma deterioração na qualidade de vida.

A dor é definida pela Associação Mundial para o Tratamento da Dor (IASP, por suas siglas em inglês), como uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada a um dano real ou potencial. E de acordo com dados do Instituto Nacional de Reabilitação, as três maiores cidades do país –DF, Guadalajara e Monterrey– 63% das mulheres e 55% dos homens já sofreram algum tipo de dor, sendo os mais frequentes o de cabeça (cefaléia) e a dor, sob suas costas.

Faça-o caso à dor

Ignorar algum tipo de dor, por insignificante que seja, pode alterar o nosso estilo de vida e, por conseguinte, nossa saúde. De acordo com o chefe da Clínica de dor do Hospital Geral de belo horizonte, Dr. Miguel Angel Jones, o tratamento para a dor é algo que deve ser levado muito a sério, já que não fazê-lo pode gerar sintomas como variações na pressão arterial –situação de risco para pessoas com Diabetes e excesso de peso-, ansiedade, alterações no sistema nervoso central e maior transpiração, entre outros.

E é que existe uma relação entre a dor, analgésicos e problemas isquêmicos (cardiovasculares), pelo que aplicar um medicamento que atue no menor tempo possível provocará um alívio rápido e, por conseguinte, a circulação sangüínea será menos afetada. Daí a importância de não só contar com medicamentos diferentes, mas com diferentes vias para gerenciá-los.

Como tratar a dor?

Por anos foi tratado com as diferentes manifestações da dor através de múltiplas vias, desde a cutânea, injetada e tomada. Mas, atualmente, existem outros modos que permitem melhorar a administração de medicamentos em benefício do paciente, o tratamento e a relação com o seu médico.

Uma delas é a sublingual, ou seja, medicamentos que são colocados debaixo da língua. A grande vantagem sobre outros métodos é o curto tempo em que começa a agir no organismo: menos de 15 minutos, contra os 25 (ou até mais) que tomam as pílulas tomadas, por exemplo. Para o Dr. Sergio Ulloa, diretor-adjunto da Schering-Ploug, a nova apresentação sublingual de combinação analgésica (ketorolaco/tramadol) este laboratório fornece um tratamento rápido e eficaz no que não é necessário esperar o processo digestivo.

Em pacientes que têm dificuldade para deglutir ou em pessoas que sofrem uma crise de dor e não tem à mão líquidos para tomar a pílula, a aplicação sublingual é a melhor alternativa. Não devemos acostumarmo-nos a viver com a dor. A qualidade de vida se deteriora, assim como as relações sociais, familiares e de trabalho.

Lembre-se: você Nunca deve ignorar qualquer tipo de dor, nem automedicarte. Vê-se de imediato com o seu médico.

 

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